PNCE - Plano Nacional da Cultura Exportadora


MDIC lança 9º ciclo do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular


Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
02 maio 2017 - 09:53

Brasília (26 de abril) – O ministro Marcos Pereira lançou nesta quarta-feira o 9º Ciclo do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular. A partir deste ano, todos os carros comercializados no país trarão a informação de eficiência de consumo e emissão de gases, tanto poluentes como de efeito estufa (CO2).

A regra já atinge 915 modelos e versões e ao longo do primeiro semestre, outros 87 modelos e versões serão incluídos, fechando 2017 com mais de 1.000 modelos e versões de veículos enquadrados no programa. No ciclo anterior (2016), 90% dos veículos comercializados no país eram etiquetados.

“Essas iniciativas têm por objetivo facilitar a vida do consumidor na hora de escolher o modelo e a marca do seu veículo, podendo considerar outros atributos além do preço. Em última instância, a medida acaba por estimular os fabricantes a investirem cada vez mais em novas tecnologias para ganhar competitividade, levando em conta a escolha consciente dos consumidores”, disse o ministro.

No momento de escolher o seu carro, o consumidor leva em consideração diversos atributos, sendo o preço, a marca e o design, alguns deles. Conhecendo as classificações de eficiência energética por categoria e geral, bem como as informações de emissões de gases, ele poderá exercer uma decisão de compra mais consciente que pode lhe proporcionar uma economia financeira grande e um benefício para a indústria do país.

Rota 2030

O significativo aumento nos últimos anos deve-se à adoção do PBEV como um dos critérios do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar Auto). Em 2013, a adesão ao PBEV passou a ser um dos requisitos para habilitação ao Inovar-Auto. Em 2016, 90% dos veículos participantes do PBEV passaram a ter a etiqueta nos vidros, ultrapassando a meta de 81% exigida no Inovar-Auto. Em 2017, a exigência passa a ser de 100%.

O Novo Ciclo de Política Automotiva, chamado de Rota 2030, também contemplará a eficiência energética e novas tecnologias de motorização, envolvendo emissões e biocombustíveis. Isso possibilitará a continuidade da exigibilidade da adesão ao PBEV como critério de habilitação ao novo Regime, aos moldes do Programa Inovar-Auto.

PBEV

Desde 2008, os veículos são avaliados e recebem etiqueta com faixas coloridas de ‘A’ (mais eficiente) até ‘E’ (menos eficiente). Desde 2016, os automóveis passaram a ter informações das emissões de gases poluentes (hidrocarbonetos, monóxido de carbono e óxido de nitrogênio) do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), do Ibama. As informações de emissões de CO2 (gás de efeito estufa) de origem fóssil e não renovável, já estão no programa desde 2013.

O PBEV brasileiro é considerado um dos mais avançados do mundo. Como exemplo, podemos citar que os EUA, um dos líderes mundiais em etiquetagem veicular, só em 2015 uniu as informações de consumo e emissão de gases na mesma etiqueta, melhoria que que o Brasil passou a adotar já em 2016. O PBEV incluiu o Brasil na lista seleta de países que desenvolvem programas de eficiência energética e de uso racional de combustível em veículos como EUA, Japão, Austrália, China, Canadá e membros da União Europeia.

A tabela do PBEV, com a lista de todos os modelos e a suas respectivas classificações, já está disponível na página do Inmetro na internet (www.inmetro.gov.br/pbe), no link “Tabelas de Eficiência”. A consulta também pode ser feita de forma interativa na página do Conpet, (www.conpet.gov.br/consultacarros) ou por meio de aplicativo para smartphones Android ou IOS (por meio de QR Code na etiqueta) sob o título ‘Etiquetagem Veicular’, que ajudará o consumidor a escolher os carros mais eficientes comparativamente.

Assessoria de Comunicação Social do MDIC 
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